A vida das empresas é mais desafiante do que nunca
Parece consensual que, em momentos de crise, as empresas se reinventam. Procurando não só aumentos de competitividade, mas também reestruturando cadeias de valor e incorporando ferramentas de gestão como o Outsourcing. Dinamismo é, sem dúvida, a palavra que reflete a evolução positiva do mercado português, no setor do Outsourcing, embora ainda muito abaixo da média da UE – o nível de outsourcing, em Portugal, equivale apenas a cerca de um quinto da média europeia e constitui uma baixa percentagem do PIB português (dados da Associação Portugal Outsourcing e Roland Berger Strategy Consultant – 2013). Donde se conclui que há margem para o crescimento. Apesar das limitações que as empresas enfrentam – impossibilidade de contratação direta e limitações de head counting, há serviços e operações que diariamente têm de funcionar… A economia não para! E aqui surge o Outsourcing, enquanto estratégia de negócio. A crise, deste ponto de vista, tem sido favorável ao setor. O Outsourcing permite assegurar as rotinas produtivas das empresas, monitorizadas sistematicamente, tendo como objetivo a otimização do resultado final – a melhoria contínua do serviço.
Propostas de valor
A flexibilidade torna-se a palavra de ordem. Cada serviço tem de ser completamente adaptado à realidade de cada empresa. Da parte da EGOR, tendo em conta o histórico de quase 30 anos, a empresa tem vindo a reposicionar-se no mercado, com o alargamento do seu portfólio, num processo determinado para acompanhar a evolução dos negócios dos clientes. Do offline ao online. Em qualquer canal de distribuição onde os clientes atuem.
Há uma linha que a EGOR tem seguido: a da inovação, como fator diferenciador. Um caso evidente desta visão é a área de field marketing da EGOR, existente desde finais dos anos 90. Volvidos todos estes anos, ainda há empresas atualmente a criar áreas de negócio assentes nesta vertente! Temos projetos permanentes, que já decorrem há vários anos, de promoções/ativações de marca, equipas de vendas e de merchandising que atestam o ajustamento das nossas propostas de valor às necessidades dos clientes. Mais recentemente, a aposta na área da logística.
O Outsourcing enquanto mais-valia
A nível microeconómico, na gestão empresarial, podemos destacar uma gestão mais eficiente a nível operacional, a monitorização de processos, a formação e o desenvolvimento dos recursos humanos e um reporting que evidencie as empresas mais saudáveis e estáveis do ponto de vista financeiro, operacional e humano.
A nível macro, do ponto de vista da criação de emprego, em 2014, a EGOR OUTSOURCING criou emprego direto a mais de 5000 trabalhadores. Uma das empresas associadas da EGOR – a RH PORTUGAL – foi recentemente distinguida pela EXAME e pela DB INFORMA como a empresa portuguesa que mais postos de trabalho criou nos anos negros de 2010 a 2013.
Principais tendências nacionais e internacionais
A “vida” das empresas é hoje mais complexa e desafiante do que nunca. As plataformas de comunicação e de contacto com o cliente, independentemente do setor, multiplicaram-se, assim como os dados gerados com essas interações. O Big data representa uma grande oportunidade, caso as empresas estejam preparadas. A tendência será mesmo a continuidade da flexibilidade das soluções de outsourcing, rigorosas na sua gestão, avaliação e controlo, integradas (omnichannel) e com uma capacidade de resposta atempada e pró-ativa, aos desafios que diariamente surgem na gestão do serviço e/ou dos recursos.
A melhorar
Seguindo sempre as best practices encontradas e uma metodologia de melhoria contínua, a EGOR continuará sempre a apostar na melhoria global de processos, assentes em soluções tecnológicas avançadas e em recursos humanos que sejam os “melhores talentos” para os serviços que prestam. Ou seja um work in progress que todos os dias se renova.
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Testemunho por: Patrícia Vicente, Grocery Field manager da Mars Portugal (cliente do Grupo Egor)
Necessidades atuais
Em mercados competitivos e dinâmicos é crucial uma alocação de recursos flexível, eficiente e que permita rapidez de atuação. As empresas, tendem a focar os seus recursos internos nas áreas core do negócio e procuram, assim, alternativas para otimizarem e melhorarem consistentemente a sua atuação no mercado. Foi nesta perspetiva que temos introduzido os nossos projetos de outsourcing, através de parcerias estratégicas cujo objetivo é, cada vez mais, incrementar e melhorar a presença das nossas marcas no ponto de venda, procurando o crescimento sustentado das categorias em que operamos e a satisfação dos nossos clientes e consumidores.
Recorrer ao Outsourcing
Temos experiências pontuais e outras de mais longo prazo, penso que advém das necessidades e dos objetivos em cada projeto. Existem necessidades pontuais de realizar testes ou fazer experiências, mas por outro lado existe também a procura de qualidade e consistência, que se obtém após um trabalho de mais longo prazo.´
A melhorar
Uma das áreas de melhoria prende-se com o envolvimento com a cultura e formas de trabalho da empresa cliente, que se traduzem no engagement e motivação dos colaboradores. Num negócio dinâmico e em constante mudança, é igualmente importante garantir o alinhamento com os objetivos da empresa cliente, transmitidos de forma clara, simples e acionável.
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Rita Pelica
Diretora de área de Negócio do Grupo Egor
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